Visão estratégica. Rigor técnico. Decisões sustentadas.
Consultoria jurídica, fiscal e empresarial 360°
Acompanhamos empresários, investidores e grupos empresariais nas decisões que definem a estrutura, o desempenho e o futuro das suas organizações.
Experiência
Mais de três décadas de assessoria a empresas, acionistas e investidores, incluindo a condução de negociações de grande escala com o Estado e com entidades reguladoras.
Rigor técnico
Cada posição assenta em análise documentada e fundamentada. Sem atalhos e sem conclusões que não resistam a escrutínio de terceiros.
Visão 360°
Um problema empresarial raramente é só fiscal, só financeiro ou só societário. Reunimos as competências em torno do caso concreto, em vez de o fatiar por especialidades que não comunicam entre si.
Proximidade
Estrutura deliberadamente pequena. Quem discute o problema é quem o acompanha até ao fim. Discrição sobre os assuntos dos clientes, visibilidade sobre as ideias.
Áreas de atuação
Cinco áreas que raramente se apresentam isoladas. Uma reorganização é simultaneamente uma questão de governação, de estrutura financeira e de fiscalidade — e é assim que a tratamos.
Projetos Estratégicos e Integrados
Consultoria e conceção de projetos estratégicos e integrados. Planeamento de crescimento, gestão da mudança e reorganização de atividades, com a componente comercial e de marketing integrada no projeto.
Governação Corporativa
Modelos de governação, estruturas societárias, regulamentos internos, planeamento e organização de boas práticas de gestão, gestão de risco e ESG.
Assessoria Económica, Financeira e Fiscal
Análise económica e financeira de operações e estruturas. Assessoria fiscal em reorganizações, benefícios fiscais e planeamento. Preparação de informação financeira para decisão de acionistas e investidores.
Transmissão de Empresas
Avaliação, mediação e negociação na compra e venda de empresas, negócios e estabelecimentos, e serviços conexos ao processo, incluindo a negociação de participações sociais.
Consultoria Estratégica de Comunicação e Gestão de Crise
Consolidação da imagem externa da organização e do seu acionista principal. Trabalho preventivo e de reação em crise societária ou reputacional, construção e utilização de redes de contacto, e desenvolvimento da capacidade de influência e de proteção junto dos stakeholders — em particular dos media e da opinião pública, interna e externa. Inclui o acompanhamento independente do impacto mediático da estratégia jurídica.
A LMH coordena e integra as competências necessárias a cada mandato. A componente jurídica é assegurada por advogados inscritos na Ordem dos Advogados, em regime de parceria; a LMH não presta atos próprios da advocacia.
A Sociedade
A LMH nasceu de uma constatação simples: as decisões empresariais mais determinantes raramente cabem numa única disciplina.
Uma reorganização de grupo é uma questão de governação, mas também de estrutura financeira e de fiscalidade. Uma transmissão de empresa é uma negociação, mas resolve-se sobretudo com avaliação rigorosa e com estrutura. Quando estas dimensões são tratadas separadamente, por equipas que não comunicam, o resultado é técnica correta e decisões erradas.
É esse o sentido dos 360°: não uma promessa de que sabemos tudo, mas um método de reunir quem sabe cada parte, em torno do mesmo problema e com uma única coordenação.
O sócio fundador
A LMH foi constituída em 2015 por Luís Miguel Henrique, que assegura a gerência e a coordenação de todos os mandatos.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tem mais de três décadas de percurso na assessoria a empresas, acionistas e investidores. Conduziu a estratégia e a negociação dos acordos celebrados com o Estado português relativos aos lesados do Banco Privado Português, em 2010, e do Grupo Espírito Santo, em 2016 e 2017. Foi presidente executivo do LIDE Portugal e vice-presidente do LIDE Internacional.
Foi um dos criadores e diretores do PROMENTOR, o programa de mentoring profissional para PME criado pela Universidade Católica Portuguesa com a Deloitte.
Coordenou a pós-graduação em Digital Law e Comunicação Estratégica da Universidade Europeia. Escreve semanalmente no Record e no Jornal de Negócios.
É em torno deste percurso que a rede se organiza: a coordenação é sempre a mesma, as competências convocadas variam com o caso.
O modelo
A LMH é uma estrutura de coordenação, deliberadamente enxuta. Não mantém quadros permanentes em todas as especialidades — mantém uma rede estável de profissionais habilitados e convoca, para cada mandato, exatamente as competências que o caso exige. Nenhum cliente paga estrutura que o seu caso não requer.
Revisores Oficiais de Contas
Certificação legal de contas, auditoria e avaliação de empresas.
Contabilistas Certificados
Organização contabilística, reporte e obrigações declarativas.
Advogados
Componente jurídica dos mandatos. Profissionais inscritos na Ordem dos Advogados.
Economistas
Modelação financeira, avaliação e análise de viabilidade.
Administradores de Insolvência
Processos de recuperação e de insolvência.
Especialistas setoriais
Convocados em função do setor de atividade do cliente.
Administração Não Executiva (“ANE”)
A função não executiva não é gestão corrente. É supervisão, aconselhamento estratégico e escrutínio independente das decisões do executivo — e é hoje um fator de credibilidade institucional, não um formalismo.
Aceitamos mandatos como administrador não executivo em sociedades que operem sob complexidade regulatória, exposição pública ou pressão sobre o capital. Os mandatos são exercidos pessoalmente por Luís Miguel Henrique.
Supervisão e challenge
Independência de juízo e escrutínio construtivo das decisões do executivo, enquanto ainda são propostas.
Conformidade e decisão informada
Competência jurídica própria dentro do conselho, que reduz a dependência de assessoria externa pontual e torna a decisão regulatoriamente sólida.
Capital e M&A
Perfil de closer em operações: captação de capital, entrada de investidores e transação de participações sociais.
Comunicação e gestão de crise
Proteção reputacional em organizações sujeitas a exposição pública permanente.
Onde intervimos
- Conselhos de administração, na qualidade de administrador não executivo
- Comissões especializadas — auditoria, remunerações, nomeações, risco e sustentabilidade
- Representação de acionistas em sociedades participadas, por indicação de investidores, fundos e family offices
- Conselhos consultivos e conselhos de família, em empresas familiares
- Mandatos de transição: entrada de investidor, sucessão, reestruturação ou preparação de uma venda
O que o conselho ganha
- Governação. Supervisão independente e conformidade regulatória, com menor dependência de assessoria externa pontual.
- Decisão. Leitura de mercado, estruturação de operações e uma ponte qualificada para investidores.
- Reputação. Comunicação experiente e gestão de crise, em proteção da marca institucional.
Alcance relacional: Portugal e Brasil
Em Portugal, acesso qualificado a decisores e a grupos de media de referência — o que reforça a leitura institucional do conselho e a gestão da sua narrativa pública.
No Brasil, uma rede consolidada e experiência cross-border que permitem mediar relações, identificar oportunidades e abrir canais de investimento. A exposição a fluxos de capital de outras geografias alarga o alcance da sociedade em operações de maior dimensão.
Independência e gestão de conflitos
A independência não se declara: institui-se. Três compromissos enquadram qualquer mandato, definidos antes de o exercer e não depois de surgir o problema.
- Conflitos de interesse. Declaração formal de interesses e impedimentos, abstenção em deliberações conexas e matérias vedadas delimitadas à partida.
- Voz pública. Disciplina editorial enquanto administrador, com separação clara entre a intervenção pública e a função societária.
- Continuidade. Institucionalização progressiva do conhecimento e das relações dentro da sociedade, em vez da sua retenção na pessoa.